Esporte

Presidente do Paris Saint-Germain é alvo de operação

Num novo capítulo dos escândalos de corrupção na Fifa, o Ministério Público da Suíça revelou nesta quinta-feira que abriu um processo penal contra o ex-secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke e o diretor da Bein Media Group por corrupção na escolha de contratos de TV para a Copa do Mundo. No centro da polêmica, porém, está Nasser AlKhelaifi, o homem que bancou a transferência recorde de Neymar do Barcelona ao Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros (cerca de R$ 834 milhões, na cotação atual) e hoje dono do time de Paris. 

Uma megaoperação das polícias da Suíça, Itália, Espanha e França foi realizada nesta quinta-feira com o confisco de materiais em diferentes locais, residências e escritórios.

As investigações, segundo as autoridades suíças, começaram no dia 20 de março e apontam para "suspeitas de corrupção privada" e gestão desleal. 

Além de comandar o PSG, Al-Khelaifi era o responsável da rede do Catar por direitos de transmissão. O caso reabre a crise no futebol e afeta duas das pessoas mais influentes do esporte e ainda num momento em que dirigentes questionam como o time de Paris encontrou 222 milhões de euros para levar Neymar.

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