Ceará

Ceará começa o ano com 860 vagas de emprego abertas

Cerca de 40% dos postos de trabalho ofertados são voltados para os jovens com idade entre 16 e 29 anos

O Ceará começou o ano com cerca de 860 vagas de trabalho disponíveis para a população. A informação faz parte da estimativa do Sistema Nacional de Empregos/Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (Sine/IDT) no Ceará, atualizada na manhã da última terçafeira (2). Segundo a instituição, aproximadamente 40% de todas as vagas ofertadas pelo sistema público são direcionadas aos jovens, com idade entre 16 e 29 anos. 

De acordo com o assessor da presidência do Sine/IDT, Antenor Tenório, a busca por oportunidades de trabalho no primeiro dia útil do ano foi considerada normal. No entanto, o fluxo de pessoas deve acabar aumentando a partir da segunda quinzena de janeiro, com as empresas e a população voltando ao ritmo normal de atividades depois do recesso no fim de 2017. 

"Nesse primeiro dia útil do ano, nós tivemos uma movimentação de pessoas considerada normal. Alguns trabalhadores têm uma visão equivocada de que a busca por emprego é mais favorável neste começo de ano, mas o pico de ofertas de emprego que a gente sempre registra é a partir da segunda quinzena de janeiro", disse Tenório. 

Segundo o representante do Sine/IDT os setores que mais têm fornecido postos de trabalho são a Indústria e de Serviços. Essa indicação, no entanto, deve acabar mudando durante o ano, com outros tipos de vagas sendo abertas de acordo com a variação da demanda das empresas nos próximos meses.

O Sine não especificou a modalidade de contratação das vagas disponibilizadas, mas, de acordo com Tenório, o Estado deve registrar uma queda no número de vagas ao fim da alta estação, em fevereiro, quando parte dos contratos de trabalho temporário se encerra. O assessor da presidência do Sine garantiu que essa flutuação é normal.

Cenário promissor
Com a economia estadual apresentando sinais de melhora em alguns setores durante o fim do ano passado, o Sine já atualizou a expectativa de captação de vagas. Em 2018, o órgão deverá movimentar mais de 81 mil postos de trabalho. 

Tenório ainda afirmou que, considerando o nível de desemprego gerado pela crise econômica, o mercado de trabalho está mais exigente com relação ao perfil dos candidatos, que deverão buscar métodos de capacitação para aumentar as chances de recolocação.

"O trabalhador deve buscar se capacitar antes de buscar uma vaga. Quem ficar parado, não será contratado", afirmou.

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