Ceará

Gasolina sobe até 32 centavos e chega a R$ 4,39 na Capital

Mudança ocorreu na tarde de ontem. Valor do litro do combustível já pode ser encontrado a R$ 4,39, em diferentes postos da Capital. O aumento é de 7,8% em relação ao menor valor praticado na Cidade, R$ 4,07 

Na tarde de ontem, os consumidores de Fortaleza foram surpreendidos com um aumento de até R$ 0,32 no preço do litro da gasolina, que já pode ser encontrado a R$ 4,39. A alta é de 7,8% em relação ao menor valor praticado na Cidade, R$ 4,07. Hoje, mais estabelecimentos devem fazer reajustes, influenciando a corrida dos condutores para encher o tanque dos veículos em locais que ainda não realizaram a mudança.

Segundo o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 24 a 30 de dezembro, o preço médio da gasolina custava R$ 4,16 em Fortaleza. O produto, porém, variava de R$ 4,09 (valor mínimo) a R$ 4,21 (valor máximo). Uma diferença de 2,93%.

No início do dia, diversos postos de combustíveis da Capital ainda comercializavam o litro da gasolina por R$ 4,07. À noite, estabelecimentos localizados em avenidas como Rogaciano Leite e Barão de Studart ainda mantinham preços antigos. Porém, nas mesmas vias, outros pontos de venda já haviam praticado o aumento. O POVO visitou sete locais para comparar os valores.

Manuel Novais, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Ceará (Sindipostos-CE), diz que o aumento do combustível nos postos se deve às últimas altas aplicadas pela Petrobras. Ontem, no entanto, a estatal anunciou queda de 1,4% para o preço da gasolina nas refinarias, após duas altas consecutivas (1,7% e 1,9%, nos últimos dias 29 e 30).

Questionado se os estabelecimentos vão repassar a queda, que vigora a partir de hoje, ele afirma que ainda não há como saber. “O mercado é livre para a prática de preços”, acrescenta Novais.

Os reajustes estão em linha com a atual política de preços da estatal, que vale desde 30 de junho de 2017 e segue a lógica do mercado internacional. Assim, a empresa busca rentabilidade, com mudanças quase que diárias.

Os repasses das mudanças de percentuais realizadas pela Petrobras das refinarias para as bombas dependem das estratégias e do comportamento de distribuidoras de combustíveis e dos postos.

Números
1,4% foi a queda anunciada ontem pela Petrobras para a gasolina, nas refinarias.

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