Brasil

Ministro da Saúde anuncia que vai deixa o cargo para disputar a eleições 2018

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, confirmou que deixará o cargo para disputar a eleição, mas não definiu uma data para sua saída do governo. 

Ministros que quiserem se candidatar têm até 7 de abril para deixar os cargos. Em balanço das atividades do ministério, Barros (PP-PR) disse que tentará reeleição pela Câmara.

"Eu saio para disputar a eleição. Vou concorrer à eleição como deputado federal e fico no ministério até a data que o presidente me solicitar, desde que seja até 7 de abril, porque eu preciso me descompatibilizar. Se o presidente pedir, meu cargo está sempre à disposição", afirmou Barros, quando perguntado se concorreria ao pleito. 

Na última semana, dois ministros pediram demissão alegando intenção de participar da campanha eleitoral: Ronaldo Nogueira (PTB-RS), do Trabalho, e Marcos Pereira (PRB-SP), da Indústria e Comércio. 

A expectativa é que mais de dez ministros saiam para disputar eleições até abril. 

Trabalho
Nomeada como nova ministra do Trabalho, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) tomará posse na próxima terça. Segundo convite distribuído pela pasta, o evento está marcado para 15h (14h em Fortaleza) no Salão Leste do Palácio do Planalto. 

A escolha de Cristiane para o cargo foi articulada pelo pai da deputada, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB e delator do esquema do Mensalão do PT.

Durante a negociação, a parlamentar estava em viagem para passar o Réveillon no Nordeste, de onde só retornou para o Rio na noite de quarta-feira (3). Cristiane conversou, ontem, com o presidente Michel Temer por telefone, quando ele teria dado boas-vindas à nova ministra. A deputada assumiu o cargo após o então titular da pasta, Ronaldo Nogueira, pedir demissão sob argumento de que precisa se dedicar a sua campanha à reeleição no pleito de 2018. 

Condenada 
Em 2016, a ministra do Trabalho foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) a pagar uma dívida trabalhista de R$ 60,4 mil a um motorista que prestava serviços a ela e sua família.

O funcionário não teve a Carteira de Trabalho assinada e, por isso, deveria receber gratificações como férias, aviso prévio e gratificações natalinas. A carga horária do funcionário era de cerca de 15h por dia, de acordo com o juiz Pedro Figueiredo Waib, que condenou em 1ª instância. 

Caminhada
Na manhã de ontem, Temer caminhou por cerca de 20 minutos, no Palácio do Jaburu, acompanhado de seguranças. A caminhada matinal do presidente foi informada à imprensa no dia anterior para o caso de interesse em registrar imagens.

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