Brasil

Advogado paraibano faz fogueira com livros jurídicos em protesto à condenação de Lula

Um advogado paraibano da cidade de Piancó queimou sua coleção de livros jurídicos na tarde desta quinta-feira (25) como forma de protesto à condenação do ex-presidente Lula pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) na última quarta-feira (24). Pádua Leite, que atualmente ocupa o cargo de vereador na cidade de Piancó, é filiado ao PT e não concordou com a decisão tomada pelos desembargadores.

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, Pádua Leite destacou que seu protesto pacífico de queimar os livros jurídicos aconteceu para mostrar seu repúdio em relação à “uma sentença contra Lula sem nenhum embasamento jurídico ou sem a demonstração de qualquer prova convincente”.

Segundo o advogado, a ideia da fogueira surgiu “como forma de demonstrar que eu não preciso ler livro de Direito no Brasil quando se tem um Supremo Tribunal Federal acovardado, quando se tem um Poder Judiciário perseguidor”. Ele ressaltou ainda que não se sente representado pelo Poder Judiciário. “No Brasil não precisa ler livros, basta não ser do PT, não ser amigo de Lula nem de Dilma e ser amigo de ministros, de desembargadores, de juiz, que tudo se resolve fora da lei”, criticou Pádua.

A atitude do vereador repercutiu nas redes sociais e dividiu a opinião dos internautas. Alguns demonstraram apoio ao protesto e outros lamentaram os livros queimados.

Um advogado paraibano da cidade de Piancó queimou sua coleção de livros jurídicos na tarde desta quinta-feira (25) como forma de protesto à condenação do ex-presidente Lula pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) na última quarta-feira (24). Pádua Leite, que atualmente ocupa o cargo de vereador na cidade de Piancó, é filiado ao PT e não concordou com a decisão tomada pelos desembargadores.

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, Pádua Leite destacou que seu protesto pacífico de queimar os livros jurídicos aconteceu para mostrar seu repúdio em relação à “uma sentença contra Lula sem nenhum embasamento jurídico ou sem a demonstração de qualquer prova convincente”.

Segundo o advogado, a ideia da fogueira surgiu “como forma de demonstrar que eu não preciso ler livro de Direito no Brasil quando se tem um Supremo Tribunal Federal acovardado, quando se tem um Poder Judiciário perseguidor”. Ele ressaltou ainda que não se sente representado pelo Poder Judiciário. “No Brasil não precisa ler livros, basta não ser do PT, não ser amigo de Lula nem de Dilma e ser amigo de ministros, de desembargadores, de juiz, que tudo se resolve fora da lei”, criticou Pádua.

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