Brasil

Fantasia de Sheila Mello estoura e loira precisa de ajustes na avenida

Ex-dançarina do É o Tchan desfila pela Independente Tricolor, na noite de sexta (9), pelo Carnaval 2018

Sheila Mello foi traída pela fantasia usada para desfilar pela Independente Tricolor, no primeiro dia de desfiles do grupo especial de São Paulo, na noite de sexta-feira (9), no Sambódromo do Anhembi.

A ex-dançarina do É o Tchan, que é madrinha de bateria da agremiação, sofreu quando a fantasia estourou em plena avenida e recorreu a uma ajudinha de outros integrantes da escola para não mostrar além da conta. O desfile neste Carnaval 2018 é seu retorno à maior festa brasileira depois de seis anos.

Usando uma fantasia com chifres e muito brilho, ela recebeu a QUEM no quarto do hotel Holliday Inn antes de ir para a avenida. "Eu continuo casada, viu? Só mudei o dedo da aliança pra não correr o risco de perdê-la enquanto eu sambo", brincou Sheila, já que o marido, Fernando Scherer, não veio para o desfile e ficou em casa cuidando da filha do casal, Brenda, de 5 anos.

Toda a família de Sheila é São Paulina. "Muitas histórias indo para o Morumbi, isso pesou para eu voltar [para o Carnaval]. Eu estou com uma agenda bem corrida e a gente foi dando um jeitinho, por ser a Independente...", explicou a dançarina sobre aceitar o convite da escola.

A filha, Brenda ainda não viu a fantasia da mãe. "Ela ainda não entende o Carnaval. Esse já é um conteúdo que ela já acompanhou, eu indo aos ensaios. É uma maneira de apresentar o meu trabalho para ela", disse Sheila, que revelou que a filha gosta de coisas mais radicais. "Ela não tem esse mundo lúdico não, ela gosta de montanha-russa, gosta de coisa de terror, ela ia adorar [os chifres da fantasia]".

Para a preparação para o Carnaval 2018, Sheila afirmou que a dança sempre ajudou a melhorar o condicionamento físico. "Eu trabalho o ano inteiro com o meu corpo, tenho que cuidar o tempo inteiro. Há uns 15 dias eu mudei o treino para condicionamento, ao invés de fazer os exercícios de perda calórica".

Todas as produções de Sheila no Carnaval foram feitas por Marcio Granado. "Eu amei de cara. Eu não gosto de coisa que me prenda, a opção do dread com o chifre, ia ser uma produção que não ia precisar colocar um adereço de cabeça", explicou.

Relembrando a primeira vez que desfilou em São Paulo, Sheila disse que achava que não ia ser tão emocionante. "Eu comecei a chorar e eu não estava entendendo. Agora, claro, é a energia, não só da escola, mas do público, todo mundo na expectativa de te ver. Esse momento é o que você vai atuar um trabalho de um ano inteiro. O carnavalesco fica o ano inteiro para isso. Quando eu comecei a ir nos barracões eu não tinha noção que pessoas moravam lá. Eu pensei que em algum momento do ano começava esse processo".

A dançarina chegou a São Paulo faltando poucas horas para o desfile. Ela estava em Juazeiro, no Ceará, e desembarcou na capital paulista às 16h. Sua escola leva para o sambódromo o samba-enredo Em cartaz: Luz, Câmera e…Terror. Uma produção Independente, composto por Andre Cezari, Roberto Monteiro e Anderson Rodrigues. "Eu sou um terror. Quando o Marcio falou so chifre, eu amei porque conversava com a proposta do carnavalesco", explicou, que não revelou o investimento na fantasia.

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