Brasil

Fomos acusados sem provas, diz bispo de Formosa

Foram 30 dias de prisão, a tristeza de não celebrar a missa, a rotina sem noção de tempo, a mágoa de sofrer acusações para ele injustas e, acima de tudo, humilhações que considera impensáveis, como as duas vezes em que foi obrigado a ficar quase nu, só de cueca, para a revista aos presos.
Acusado de desvio de R$ 2 milhões de recursos das 33 paróquias da diocese de Formosa (GO), d. José Ronaldo Ribeiro, de 61 anos, foi solto na terça-feira e reuniu parentes e colaboradores na capela improvisada da residência episcopal, de 15 m², para agradecer a Deus estar de volta para junto do rebanho – cerca de 400 mil pessoas, em 23 municípios. “Fomos massacrados, acusados sem provas, com um método absurdo de condenar, prender e apurar”, disse d. Ronaldo em entrevista ao Estado, a primeira desde a prisão.

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