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Agora é guerra, afirma presidente do PSL sobre ataque a Bolsonaro

Presidente do PSL, Gustavo Bebianno afirmou que "agora é guerra", logo depois do ataque contra Jair Bolsonaro
O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo na tarde desta quinta-feira (6) que “a guerra está declarada”, ao comentar o ataque a faca contra o candidato Jair Bolsonaro.
Braço direito do presidenciável, o presidente do PSL acompanha o candidato à Presidência em todos os eventos na corrida à Palácio do Planalto e estaria com ele na cidade de Juiz de Fora (MG) na tarde de hoje, quando ocorreu o ataque.
O comício de Jair Bolsonaro foi interrompido após o incidente e o candidato foi levado por seguranças para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. De acordo com a equipe de campanha, um exame de ultrassonografia realizado no hospital constatou que o fígado do ex-capitão do Exército foi atingido e, assim, está sendo submetido a operação.
Em nota, a Polícia Federal afirmou que Bolsonaro contava com escolta de agentes da corporação e que o agressor foi preso em flagrante e conduzido para delegacia da PF em Juiz de Fora. Ainda conforme a nota da Polícia Federal, já foi instaurado inquérito policial "para apurar as circunstâncias do fato".
O autor do ataque foi identificado como José Adelio Bispo de Oliveira , de 40 anos de idade. Antes de ser detido, Adelio sofreu agressões por parte de apoiadores do candidato. Chegaram a ser publicadas informações de que o ex-capitão do Exército estava vestindo colete à prova de balas no momento do ataque, mas Flávio Bolsonaro desmetiu isso em entrevista à GloboNews.
Vídeos publicados nas redes sociais flagraram o momento em que o ex-capitão do Exército foi atingido enquanto era carregado na rua por apoiadores.
Com o veto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro é hoje o líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência. De acordo com levantamento divulgado ontem pelo Ibope, o candidato do PSL reúne a preferência de 22% dos eleitores, dez pontos percentuais à frente da segunda colocada, Marina Silva (Rede).
Além do presidente do PSL, candidatos à Presidência se manifestaram após o incidente com Bolsonaro, lamentando o ato de violência e pedindo punição ao responsável.

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