Brasil

Abaixo-assinado bate 2,3 milhões contra aumento de salário dos ministros do STF

Em menos de 3 dias, o abaixo-assinado online contra o aumento de salário dos ministros do STF, Supremo Tribunal Federal, bateu 2,3 milhões de assinaturas e pretende chegar a 3 milhões.
O reajuste de 16% – que indignou está mobilizando os brasileiros – aumenta a remuneração dos magistrados dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil e provoca impacto de R$ 6 bilhões por ano nas contas públicas.
A iniciativa é para pressionar o presidente Michel Temer a vetar o reajuste aprovado no último dia 7, quarta-feira. Para participar do abaixo-assinado online clique aqui.
Nas primeiras 18 horas a petição do Partido NOVO superou 1 milhão de assinaturas.
No início da tarde desta sexta-feira, 9 já tinha mais de 2 milhões de participantes.
Neste sábado pela manhã o abaixo-assinado bateu mais de 2,3 milhões de assinaturas.
“Esperamos que todos os brasileiros, partidos e movimentos se unam e assinem a petição online #AumentoNão #VetaTemer como já fizeram milhões de pessoas. Não é uma pauta apenas do NOVO, mas do Brasil e dos brasileiros”, disse o partido no Twitter.
Efeito cascata
O Novo afirma que este aumento de salário é reflexo da “velha política” e que o momento agora é de “responsabilidade fiscal”.
“O plano dos parlamentares é aumentar o salário dos ministros do STF para ampliar o teto constitucional, assim conseguem aumentar os próprios salários e os de outras funções públicas”, afirma.
“Isso causa um efeito cascata e retroativo que o Brasil não suporta mais, com graves consequências posteriores para estados e municípios, muitos já em situação de calamidade financeira”, continua o Novo.
Com informações da InfoMoney e SNB

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