Ceará

Presa quadrilha que tinha drone para vigiar Polícia e expulsava famílias de condomínio em Fortaleza.

Os oitos detidos também vendiam remédios ilicitamente e expulsavam moradores no condomínio Cidade Jardim, no bairro.
A Polícia Civil do Ceará (PCCE) prendeu sete homens e uma mulher que tinham envolvimento com ações criminosas e expulsavam moradores no condomínio Cidade Jardim, no bairro José Walter, em Fortaleza. Com o grupo, Polícia apreendeu dois veículos, sendo um deles importado, um drone, cigarros paraguaios e uma quantia em dinheiro no valor de R$ 1.800, além de remédios. A prisão da quadrilha foi divulgada nesta sexta-feira (9).
Ainda segundo a PCCE, o grupo vendia drogas e remédios ilicitamente. O drone era usado para observar quando a Polícia chegava no condomínio. Ao todo, foram expedidos 11 mandatos. Outros três integrantes do grupo ainda são procurados.
O grupo foi investigado durante 6 meses e a prisão foi feita na manhã da quinta-feira (08) através de 18 equipes. Todos os integrantes presos viviam em apartamentos do condomínio Cidade Jardim.
Cada um deles desempenhava uma função diferentes na quadrilha, comandada por três homens: Francisco Junior, conhecido como Dedê, João Paulo Ferreira Alves e Pedro de Freitas Oliveira.
"O 'Dedê' era morador desde o início da invasão, antes da construção da Cidade Jardim, tivemos a comprovação de que ele participa das expulsões dos moradores.Tendo em vista as chaves encontradas no interior da casa dele. São imóveis que não podem ser locados e nem vendidos. Só existe uma explicação é que eles expulsavam e iam vender de forma ilegal os apartamentos", informou o delegado Breno, titular do 8º Distrito Policial.
Francisco Junior Ferreira, vulgo "Dedê", era o líder do bando e já respondia por receptação, porte ilegal de arma e dois homicídios.
João Paulo Ferreira Alves, 34 anos, vulgo "Caveira", era o braço direito do líder, e já respondia por dano ao patrimônio, homicídio e tentativa de homicídio. Ele usava tornozeleira eletrônica, mas o equipamento estava quebrado desde janeiro;
Pedro de Freitas Oliveira, 41 anos, era responsável pelo dinheiro da quadrilha e tinha dois comércios. Pedro não respondia por nenhum crime e foi preso em flagrante vendendo remédios de forma ilegal. Com ele estavam antibiórticos e cigarros do Paraguai.
Os outros integrantes eram funcionários e obedeciam às ordens dos líderes. São eles: Antônio das Graças Martins, Weskley da Silva Prado, Francisco Mateus da Silva Nunes, Francisco Breno dos Santos e a mulher Virgiane Távora de Araújo.

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